ST, gangues, violência – a série 2

Na foto logo abaixo, raríssima, uma mini-reunião de alguns Suicidal Boyz, de idades variadas, como se vê. Mas pode chamá-los também de Suicide’s, Cycos ou até Suicidal Dudes — são vários os nomes para a moçada que, entre outras atividades, seguia o ST por LA partindo de Venice.

Destaque para o magrão ao centro. Calça jeans, manjada; bandana azul, também no esquema; e a camisa com o ST pintado na gola. Há ainda outro desenho, no bolso, que não dá para identificar. Sem contar o mé, discreto, na mão.

suicidalboyz

Há ainda outro personagem nessa picture, importantíssimo na história da banda. A fera de costas, de jaqueta punk e cabelo espetado, é o Ric Clayton. Ele foi o responsável por criar a letra, o estilo, o desenho da marca do Suicidal que se tornou um clássico.

Com a caneta nas mãos, Clayton também detonava nas camisas da molecada (das que aparecem na capa do primeiro álbum, boa parte são desenhos dele), uniforme quase obrigatório entre os Suicidal Boyz.  De quebra, foi baixista do No Mercy, banda de Mike Clark que contou com Muir por um breve período.

Quanto ao assunto da série, a ligação é óbvia, certo? O que rola quando junta um grupo de homens numa quebrada qualquer? Não creio que esse encontro, por exemplo, fosse para ir na missa ou estudar.

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Arquivado em ST for Life

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