Arquivo do mês: fevereiro 2010

Mayorga na bronca…

Na útlima segunda-feira, recebi um email do Louichi Mayorga. O ex-baixista do Suicidal ficou na bronca com a entrevista concedida aqui para o blog por Bob Heathcote, outro ex-baixista do grupo. E pediu para que eu publicasse a seguinte mensagem:

“I read the interview you did w rob heethcoat, I just wated to tell you that hes a liar and ,” punk ass bitch” and if he was infront of me Id rip the hair out of head ,he pissed me off ,he never told me a damn thing ,about telling me” I was out of the band ” pinchi pendejo, he wishes he could of done what I did for SUICIDAL as far as writing ,Ijust wanted to clear that shit up …get at me Andre !!!!!!……………P.S. remember the cover to “HOW WILL I LAUGH” we all thought ,” the venice neighborhood” rob looked like a faggot sticking his coolo”ass” out in the air …me and my home boys never stood liuke that ,and to top it off stupid mike put a hat on his head to make him look “SUICIDAL”!!!!! LOUICHI”

Exatamente como veio, sem tradução, para evitar qualquer tipo de mal-entendido. Naturalmente, caso Heathcote queira se pronunciar novamente, o espaço está aberto.

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Flashing Pictures – 20

Fotos de um Flickr chamado Stacia Timonere. O Suicidal no início dos anos 90, nos bastidores de algum show ou festival. Abaixo Mike Muir com uma camisa do ST “sobrevivente”, ao lado de uma reprodução de cera de algum vocalista de heavy metal dos anos 80.

Na sequência, todo mundo reunido. Ou quase, pois não tenho certeza se o cara de camisa preta e boné para trás é mesmo o Ralph Herrera (acho que não). Rocky George de camisa dos Kings, Rob Trujillo de berma xadrez e o Muir portando luvas de malhação.

Para fechar, o dono das fotos com o inesquecível Rocky, com o bonézinho dos Kings um tanto quanto mal ajambrado na cabeça em virtude do crescimento desordenado da cabeleira black.

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Nove razões porque o ST comanda!

Esse texto é do site da revista inglesa Metal Hammer, devidamente traduzido e ilustrado para o blog.

Sem o Suicidal Tendencies, não haveria…
Biohazard, Hatebreed, Municipal Waste, Faith No More, Sick Of It All, Pennywise, Living Colour…

O clipe de ‘Institutionalized’
Com a participação da MILF (sigla para ‘Mother I’d Like do Fuck’, ou seja, uma coroa bonitona) mais gostosa de todos os tempos, uma fuga épica, um sósia do Ray Charles, uma versão enfurecida do Barney, o Dinossauro e muito skate. Isso aí!

Eles tornaram o skate cool
Sim, o skate já foi cool e o ST foi um dos responsáveis por isso. Nós ainda estamos aguardando a invenção do Hoverboard (aquele skate flutuante do filme ‘De volta para o futuro’) para a nova ascensão do skate.

I Saw Your Mommy
A definitiva música-para-cantar-junto. Se você não a conhece, arranje uma vergonha na cara.

Mike Muir tem o cacife para usar uma bandana
Apenas poucos caras podem vestir um adereço na cabeça e não parecer que está indo passar o feriado em Bridlington (uma cidade litorânea meio afetada do sul da Inglaterra). E o Mike Muir é um desses poucos caras.

Rob Trujillo
O baixista super herói iniciou sua vida musical no Suicidal Tendencies antes mesmo de se juntar à banda de Ozzy e hoje em dia, ao Metallica.

Invasão ao palco do festival Download
A última vez que a banda tocou no Download (festival de rock que acontece todo ano na Inglaterra, e é tido como o sucessor do lendário Monsters of Rock) foi em 2007, quando rolou uma invasão infernal no palco. Pensando melhor, nós acharíamos melhor chamar segurança extra da próxima vez.

R-E-S-P-E-I-T-O
Quantas bandas você pode citar que podem ser incluídas no mundo do hardcore, punk e do metal? Você tem um minuto para pensar. Não são muitas, não é?

O blusão de Hockey (hockey jersey)
Hoje em dia virou um uniforme nos shows de metal no mundo inteiro, mas quem começou com a história do blusão de hockey foi o Mike Muir. O cara já tem mais de 40 anos e ainda parece mais cool que qualquer um de nós. Droga.

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STreet

obs: salvo engano, trata-se de uma montagem.

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Curtindo o Live At Olympic Auditorium

Uma semana depois do pedido via Amazon — não aguentei esperar a chegada em Curitiba — eis que, ao abrir a porta de casa, me deparo com o pacotinho do correio. Dentro da embalagem, lá estava o DVD que nós, fãs do Suicidal, esperamos o lançamento por quase cinco anos.

Como tudo que é bom, não dá para perder o psicológico e se jogar em cima logo de cara. Então, antes de meter a tesoura, preparei o cenário para a degustação. Assim, de forma controlada, dei aquele upgradezinho na ansiedade.

Tudo em ordem.  Vamos ao que interessa. Primeiramente, destaque para a arte da capa, caprichada e já rodando há algum tempo pela internet. Dentro, um pequeno poster do show, bacana também. Poderia ser maior para acabar na parede, mas, valeu o bônus.

Sobre a apresentação, realizada em 2005, no Olympic Auditorium, não há muito o que falar. ST jogando em casa, para o seu público, não tinha como dar errado. A mesma performance energética de sempre.

Muir liderando, naturalmente. Mike Clark também mandando bem, como vice-presidente do grupo que é. E o trio Brunner-Pleasants-Hidalgo segura firme — aliás, vale chamar a atenção para o batera, que executa as músicas como elas foram feitas, sem firulas.

Do set list, faltaram algumas canções, claro. A ausência mais sentida foi de You Can’t Bring Me Down. Mas eu gostei da escolha, baseada nos sons old school.

No mais, deixo vocês com algumas curiosidades:

* Durante a entrevista de Muir (único extra do DVD), rola uma regravação de Suicidal Maniac, bem ao estilo das feitas para o Prime Cuts. Versão que certamente estará nos próximos lançamentos do ST.

* Se vê muita molecada na plateia, garotos e garotas.

* Antes de Send Me Your Money, Muir fala sobre a venda do local do show para uma igreja coreana. Para então invocar The Church of Suicidal.

* Há uma música nova, chamada Show Some Love… Tear it Down.

* Na introdução de Waking the Dead, o vocalista chama ao palco Ric Clayton, ex-No Mercy como Mike Clark. Infelizmente, o responsável por mandar nas camisetas as muitas caveiras da banda não aparece.

* Por fim, destaco uma frase da entrevista do Muir. Relembrando os velhos tempos, ele cita a frase de um camarada sobre a quantidade de gente que começava a acompanhar os Cycos…

“O pessoal que diz que o Suicidal é uma gangue está totalmente errado. Agora é um exército”.

Abaixo, alguns caps que fiz:

Muir em entrevista incluída no extra do DVD.

O ST no palco, com uma galera acompanhando o show atrás do grupo.

Em Pledge Your Allegiance, a já tradicional invasão ao palco.

E para fechar, um aperitivo disponibilizado no You Tube:

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Cycettes – 9

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Cyco Tattoos – Especial

Do trabalho abaixo, não preciso nem falar nada, certo?. Já do texto, trata-se de uma história sensacional contada pelo xará André Folloni, vivida em pleno ST Tattoo, em Venice Beach.

“Essa tattoo da foto anexa eu comecei a fazer na última semana de 2008, num domingo de sol, no SxTx Tattoo Studio, na Venice Blvd., em Venice Beach, CA. Quem fez foi um artista chamado Jason. O SxTx Tattoo Studio é meio que um ponto de encontro dos oldschool de Venice Beach. Tem aquele símbolo clássico de LA pintado no chão, o mesmo que o Jay Adams tatuou no rosto, mas o “A” é o símbolo anarquista. Vendem bandanas, camistas de luxo com símbolos do Suicidal e de DogTown, shapes de skate, e parece que têm uma certa parceria com a loja de skate Venice Originals.

Fiquei lá a tarde toda e passou por ali um pessoal bacana. Um que ficou lá a tarde inteira contando histórias não tinha um dos incisivos. Contou que perdeu praticando esportes. Quando minha namorada perguntou que esporte, ele respondeu: “Fighting”. E todo mundo no estúdio deu risada.

Mais tarde chegou um cara mais velho, de cabelo grisalho lambido pra trás, bigode chicano grisalho e camiseta de surf daquelas antigas, com um desenho pequeno no peito, lado esquerdo, e um grandão nas costas, queimadão do sol, mostrando o GPS que acabara de comprar e que serviria pra ele achar os melhores peixes para sua pescaria (!).

Chegou perto e perguntou pra mim o que eu estava tatuando. Contei a história que a gente aqui ama ST e toda aquela cena de skate punk californiano dos anos 80 e tal. Aí ele perguntou o que estava escrito. Eu disse: “Venice 2008 thx Thaís” (minha namorada que, em certo sentido, acabou viabilizando aquela tarde no estúdio). Aí ele disse: “You’re writing Venice on you man??? D-ya know you gotta have the guts to do that???”.

Fiquei cabreiro na hora, mas fiquei ainda mais cabreiro quando ele ergueu a camisa e mostrou uma tattoo no peito, em letra tosca, traço borrado e tinta que um dia já foi preta mas estava verde clara, escrito “Venice Locos”. Tinha uma mancha embaixo, que ele mostrou e disse: “This is a bullet hole, man!!!”. E aí começou a contar as histórias das brigas dos anos oitenta. Quando foi embora, olhou pra mim e disse “Take it easy”.

Já estava anoitecendo em Venice Beach e eu, com a tatuagem só iniciada, tinha que voltar pra Downtown LA. Ano passado o Dida (No Pain No Gain Tattoo) terminou o trabalho…”.

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