Arquivo do mês: maio 2010

How Will Demo

Dica enviada pelo Franco: demo de How Will I Laugh Tomorrow, postada no Youtube. A primeira audição é estranhíssima, nem parece o clássico do ST lançado em 1987.

Dando uma olhada nos comentários, há duas versões sobre a origem dessa curiosidade. Um usuário conta que ela faz parte de Possessed to Skate Demo, de 1986. Outro, afirma que a música está em um CD não autorizado chamado Art of Suicide.

Cliquem AQUI para apreciar!

Há ainda outras três músicas desse mesmo pacote, em versão demonstração: Los Cycos (A Little Each Day), War Inside My Head e Possessed to Skate. Boa oportunidade para sacar o momento de transição da banda, de um som mais cru/punk/hardcore para uma pegada mais trabalhada/metal/trash.

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Destruindo tudo com os Cycos

Já tinha tratado aqui da adoração da rapaziada do Hatebreed pelo Suicidal. Circulando pelo YouTube encontrei mais uma peça em que a turma da pauleiragem aparece ostentando uns moletons do ST. Coisa fina.

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Flashing Pictures – 23

Já garimpei tanto pela rede sobre o ST que é raro encontrar algo que eu não tenha visto. Portanto, é um espetáculo quando isso acontece! Rodando pelo Facebook no fim de semana encontrei a pérola abaixo:

O Suicidal versão 1984/85, por aí, formação que debutou em álbum com o Join the Army, em 1987, com Louichi Mayorga, R.J. Herrera, Mike Muir e Rocky George. Destaque, claro, para o registro em um quintal da quebrada ao lado de uma bela rapaziada Cyco.

Como curiosidade, entre R.J e Muir, bem ao centro, está Steve Mayorga, irmão do baixista Louichi. Como já tratamos por aqui, era dele o bonézinho da gangue V13 (Venice 13) ostentado por Amery Smith na contracapa do disco de estréia da banda.

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Lights, Camera… ST! – 9

A imagem do video abaixo é péssima, assim como o som. Porém, vale pelo registro histórico. O ST tocando Subliminal (uma das minhas top 5), em seus primeiros anos de vida.

Serve também como curiosidade. Pois, na apresentação, o Suicidal contou com dois guitarristas — bem antes da entrada de Mike Clark, em 1989, quando a banda tornou-se, definitivamente, um quinteto.

Não vou fazer a sacanagem de perguntar quem é o 5º elemento, pois mal dá para enxergá-lo. Mas fui pesquisar e descobri que trata-se de Rick Battson. Os demais integraram a formação que gravou o primeiro álbum: Muir, Estes, Mayorga e Smith.

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Cycettes – 11

Foto retirada do Flickr Nukebitch.

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ST à venda

Encontrei esses promos à venda no Ebay. Material de gravadora para promover os álbuns nas lojas. Como fica bem claro, o primeiro é francês. Saquem só…

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Qual seu disco preferido?

Seguindo a proposta do Dude, abro aqui o espaço para a rapaziada que frequenta o blog mandar qual seu disco do Suicidal preferido. O Marcelo Gomez já escolheu o “How Will” nos comentários do post anterior e já está intimado para desenvolver a opção.

O meu predileto é mesmo o álbum de estreia dos Cycos. Não foi o primeiro que ouvi deles, nem o que eu mais gostei durante um bom tempo. É uma predileção um tanto quanto recente — não consigo precisar exatamente desde quando. O que eu posso dizer é que, como todo bom disco, a cada audição ele só melhora!

Outra certeza é sobre a minha música preferida: “Subliminal”. De um tempo para cá, “Suicidal Failure” aproximou-se do topo. Logo em seguida, vem “Institutionalized” e, depois do show no Rio de Janeiro, “I Want More” alcançou o quarto lugar.

Da qualidade e relevância não preciso nem falar — e nem sou muito bom nisso.

Prossigo então para a minha relação “material” com a obra. Lembro que comprei em uma loja de CD’s do Shopping Mueller, aqui em Curitiba. À época, pré-internet, era dificílimo encontrar. Sem contar que, possivelmente, eu mal sabia da existência desse álbum. Assim sendo, logo que vi, bateu o desespero.

Juntei uma grana considerável (CD importado era um absurdo) e arrematei. Pois quis o destino que, no mesmo dia, eu passasse por um aperto por conta dele. Um amigo que acompanhou a empreitada aproveitou-se de um descuido meu e surrupiou o CD no retorno para casa. Naturalmente, sem que eu notasse.

A partir daí, fui atormentado por dois sentimentos. O primeiro, e óbvio, de raiva por ter perdido o tão desejado disco. E o segundo, vergonha de perguntar para o camarada sobre o ocorrido. Afinal, o mínimo que eu iria ouvir era “porra, mas é um idiota mesmo, acabou de comprar e já perdeu”.

Resumindo, não demorou muito e o desgraçado acabou com o meu sofrimento, provocando em mim um alívio transcedental e, claro, disposição para lhe aplicar um corretivo físico.

Muitíssimo tempo depois, desfrutei de novo momento de realização com a estréia do Suicidal. Comprei pela internet a sensacional reedição em vinil, lançada por ocasião dos 25 anos do trabalho. Bolachão lindo que dá vontade de pôr a ferinha pra dormir com cobertinha e travesseirinho.

Por fim, na onda de fã incondicional, adquiri uma versão européia do CD, com uma capa levemente diferente e algumas faixas adicionais (do “Join the Army”).

É isso aí, agora é com vocês!

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