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Mais ST na história…

Seguindo a indicação do Fabian (reforçada pelo Lucas), fui conferir o documentário Get Trashed – A História do Trash Metal, de 2006. E eles têm razão. Ao contrário do que rolou em Botinada (justamente) e American Hardcore (injustamente), o Suicidal recebe o tratamento merecido.

Há um capítulo só para a banda no documentário. Com uma série de depoimentos e muitos elogios, de caras como o baterista do Anthrax  Charlie Benante, o ex-baixista do Megadeth David Ellefson e o vocalista do Hatebreed Jamey Jasta.

Tudo por conta da inestimável (na opinião deles e na minha) contribuição do ST ao trash, mais propriamente, ao crossover, junção do metal com o hardcore. E aí, grande parte dos méritos são concedidos ao Rocky George no filme.

Com toda a justiça. Mas faltou lembrar a influência de Ralph Herrera, com a sua batera com dois bumbos, e Mike Clark, riffeiro de mão cheia na guitarra base.

Quanto ao Suicidal, outro pecado do documentário, como alertou o Fabian, foi a ausência de testemunhais por parte de ex ou atuais integrantes da banda. Os caras conseguiram falar até com os marrentos Dave Mustaine (Megadeth) e Lars Ulrich (Metallica)! Imperdoável!

Pra fechar, publico uma foto absolutamente espetacular mostrada no filme que eu nunca tinha visto. Pra variar, obra do Glen Friedman, jornalista que registrou magistralmente todo o início da banda. Smith, Muir, Mayorga e Estes largados em um supermercado…

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Suicidal na história

Iniciei a semana me embrenhando na história da pauleiragem. Na segunda-feira, vi Botinada – A história do Punk no Brasil, documentário do Gastão Moreira, ex-VJ da MTV. No dia seguinte, foi a vez de conferir American Hardcore, de Paul Rachman.

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Foi legal assistir os dois praticamente juntos e notar uma série de semelhanças entre os movimentos que sacudiram o rock na virada dos anos 70 para os 80. Mas falemos do que interessa que são as referências ao ST.

No Botinada há apenas uma pequena menção, que eu considero até um tanto discutível. Em dado momento, surgem na tela alguns discos que a rapaziada corria atrás naquela época. E entre eles, o álbum de estreia do Suicidal.

Suicidal_Tendencies_1983

Do que eu manjo da história do período, não sei se foi um disco que teve grande impacto no Brasil, penso que não. Em todo o caso, não deixa de ser boa a lembrança.

Já no documentário gringo, ocorre justamente o contrário. Achei pequeno o espaço dedicado ao ST, diante da importância do grupo na cena — basicamente, só se fala do (grande) Black Flag. Somente lá para o final, temos o ex-baixista Louichi Mayorga tratando das confusões na Califórnia.

Disse o Big Lou: “Toda noite nós tínhamos que cair na porrada com alguém, você sabe”. Para em seguida lembrar algumas das gangues envolvidas com o punkrock/hardcore. “Havia LADS, FFF, Circle One, com Tom Macias, descanse em paz”.

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Louichi Mayorga, ex-baixista do Suicidal, em American Hardcore

E fica por aí. Vale apenas por uma foto que eu ainda não conhecia, de três Suicidal Dudes em um show.

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