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Adams e ST, mais uma vez…

Bem depois do prometido, aqui estou — sim, o blog ainda vive! E retorno satisfeito com a manutenção do ritmo de visitações, mesmo sem conteúdo novo. Qual o significado disso? Não sei.

Para retomar a rotina, um personagem tão citado quanto os Cycos por aqui: Jay Adams. Já cansei de repetir que temos alguns bons posts tratando da conexão. É só chegar na pesquisa.

Desta vez, a lenda do skate aparece ostentando uma tatuagem sinistra do Suicidal, nunca antes vista na história (pelo menos por mim). Mais uma prova do apreço dele pela banda. E, também, por desenhos toscos. Vocês estão ligados que Adams tem um LA na face, correto?

Essa do ST tem a maior pinta de ter sido marcada no período ocioso em que Adams ficou trancado, preso por uma bronca com narcóticos. Mas, beleza, vale assim mesmo…

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“Dogtown” 2010

Esse post é “emprestado” do blog do Bruno Natal, o excelente Urbe (incluindo o título). Abaixo, o que ele escreveu…

“A crise financeira arrebenta a economia de Fresno, na Califórnia. Casa com piscina são retomadas por bancos e ficam vazias. Skatistas encontram esses lugares”.

Já falamos por aqui várias vezes das conexões diretas entre a rapaziada que revolucionou o skate e o Suicidal. Quem quiser saber mais, basta digitar “Dogtown” no sistema de busca, do lado direito.

E quem curtiu o video, pode ver mais coisas legais no site da produtora chamada California is a place.

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Conexão ST-Dogtown

Já tratamos no blog, algumas vezes (aqui, aqui, aqui e aqui), da proximidade com o Suicidal do lendário skatista Jay Adams, da rapaziada Dogtown.  Pois, recentemente, soube de nova conexão direta entre as duas partes.

Assistindo ao Notícias MTV no domingo passado, lá estava o Cazé entrevistando o Tony Alva, outro lendário skatista oriundo de Dogtown. Até que no bate-papo, Alva revelou ter uma banda com Amery Smith, ex-batera dos Cycos.

Alva nos tempos áureos de Dogtown.

Fui consultar o dono das baquetas no primeiro álbum do ST e fiquei sabendo um pouco mais sobre esse projeto:

“The band is called GFP! General Fucking Principles ! And is not only myself and Tony Alva on bass, but also Crazy Tom, the singer from DFL – (Dead Fucking Last) and Aime Caron on guitar. Its good, a lot of fun, punk rock, reggae, hardcore, metal, all that. We recorded sixteen songs this past weekend with legendary Producer Mario C. And we will mix later this summer”.

Encontrei um registro no Youtube, em qualidade bem ruim, mas que já dá pra sentir um gostinho…


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Flashing Pictures – 10

Essa foto serve como um resumo do que foi e do que é o ST. Começando por cima, o boné com a aba virada exibindo a marca do Suicidal. Por baixo dele, completando o visual, a bandana, clássica. Muir e suas expressões, sempre insanas, o Papa dos Cycos. Não dá pra deixar de falar do (quase) bigode, estilo latino, que por muito tempo foi curtido por ele e pelo Rocky George. E pra fechar, a peita Dogtown, do irmão Jim, expressando a fusão da música com o skate, relação sempre embalada pela banda. Imagino que seja um registro por volta de 87, fase Join the Army.

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Crips e Bloods

É outra área, distante de Venice, mas vale a queda. Deixando o Suicidal um pouquinho de lado, mas não muito, quem curte os temas abordados nos últimos posts não pode deixar de conferir o documentário “Crips and Bloods: Made in America”, do ex-skatista Stacy Peralta.

Em uma hora e meia de filme, o lendário membro da rapaziada Dogtown dá uma geral caprichada nessas duas gangues, as mais representativas dos Estados Unidos. E assim, por tabela, nos faz sacar um pouco do cenário sempre fervilhante de Los Angeles, lar do ST.

Abaixo, algumas capturas que fiz do filme e dois links para quem, como eu, não aguenta esperar a chegada da peça ao Brasil (ambos não têm legendas).

Link 1: 2shared Link 2: Megaupload

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ST, gangues, violência – a série 1

Vocês devem ter reparado. Nas quatro entrevistas que fiz com os (ex) integrantes do ST, uma pergunta se tornou “clássica”: o Suicidal sempre foi associado à gangues, em algum momento existiu uma relação direta?

Não por acaso. Isso sempre me intrigou. E cheguei  a conclusão que vai ser sempre assim. O motivo é simples: não há uma resposta definitiva. Ou melhor, boto fé que a explicação padrão do Muir para esse tipo de questão é, talvez, a mais coerente, verdadeira, enfim.

Por serem de onde são, naturalmente os Cycos acabariam esbarrando em gangues, violência e temas do tipo. E é justamente desses momentos que tratarei ao longo da semana.

A começar por um recorte de jornal bem curioso que encontrei no site Punk Records. A notícia sobre uma gangue  que apavorou uma igreja em Mar Vista, sob o nome de Suicidal Tendencies. No texto, Muir condena o vandalismo. Saquem só…

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Flashing Pictures – 9

Duas fotos espetaculares, da mesma sessão, ambas sacadas pelo Glen Friedman — o cara que ao lado de Craig Stecyk registrou todo o fenômeno do skate Dogtown e foi produtor do primeiro disco dos Cycos. Foram feitas em um fim de tarde na Playa Del Rey, em 1983.

Smith, Estes, Muir e Mayorga

Smith, Estes, Muir e Mayorga

Só o que consigo sacar da foto, com o meu pouco conhecimento de fotografia, é a utilização de uma lente grande angular, a chamada “olho de peixe”, muito usada em registros de skate. Rola uma “névoa” de leve, não sei se é algum efeito ou algo natural. O azulão de fim de tarde é muito massa, assim como o detalhe das fogueiras (?) na parte baixa.

Estes, Mayorga, Smith e Muir

Estes, Mayorga, Smith e Muir

Esse clique foi parar na capa do álbum de estreia. CLÁSSICO. A começar pelos caras de ponta cabeça, pendurados nesse globo à beira-mar. Infelizmente, a peça não está mais lá. Do contrário, certamente viraria ponto de peregrinação dos fãs do ST. Perguntei ao Amery Smith na entrevista de quem foi a ideia de se pendurar, e ele disse não se lembrar.

Nas roupas, em relação à primeira foto, mudou só a camisa do Mayorga, de amarela para branca. De resto, todo mundo metido nos mesmos panos. O Muir parece estar de boné, ao invés da bandana tradicional da primeira foto, mas não dá para ter certeza. Destaque para o bonézinho polêmico do Amery Smith, com a inscrição da gangue Venice 13. Pra fechar, absolutamente fantástico o céu e suas três (quatro? cinco?) cores do pôr do sol.

Nesse dia, Friedman ainda enquadraria um 3×4 de cada integrante, material incluído no encarte do disco de 83.

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