Arquivo da tag: Jamey Jasta

Mais ST na história…

Seguindo a indicação do Fabian (reforçada pelo Lucas), fui conferir o documentário Get Trashed – A História do Trash Metal, de 2006. E eles têm razão. Ao contrário do que rolou em Botinada (justamente) e American Hardcore (injustamente), o Suicidal recebe o tratamento merecido.

Há um capítulo só para a banda no documentário. Com uma série de depoimentos e muitos elogios, de caras como o baterista do Anthrax  Charlie Benante, o ex-baixista do Megadeth David Ellefson e o vocalista do Hatebreed Jamey Jasta.

Tudo por conta da inestimável (na opinião deles e na minha) contribuição do ST ao trash, mais propriamente, ao crossover, junção do metal com o hardcore. E aí, grande parte dos méritos são concedidos ao Rocky George no filme.

Com toda a justiça. Mas faltou lembrar a influência de Ralph Herrera, com a sua batera com dois bumbos, e Mike Clark, riffeiro de mão cheia na guitarra base.

Quanto ao Suicidal, outro pecado do documentário, como alertou o Fabian, foi a ausência de testemunhais por parte de ex ou atuais integrantes da banda. Os caras conseguiram falar até com os marrentos Dave Mustaine (Megadeth) e Lars Ulrich (Metallica)! Imperdoável!

Pra fechar, publico uma foto absolutamente espetacular mostrada no filme que eu nunca tinha visto. Pra variar, obra do Glen Friedman, jornalista que registrou magistralmente todo o início da banda. Smith, Muir, Mayorga e Estes largados em um supermercado…

7 Comentários

Arquivado em ST for Life

He’s back… the suicidal maniac!

Depois dos Cavalera, volto com outra turma revelando o seu apreço pelo ST. E mais do que em bonés, bandanas ou camisetas, a rapaziada do Hatebreed registrou em disco a admiração pelos Cycos. Lançado este ano, o álbum de covers For the Lions contém Suicidal Maniac.

Jamey Jasta, vocalista do Hatebreed

Jamey Jasta, vocalista do Hatebreed, envergando um belíssimo moleta do ST

A gravação original, faixa que abre o Join the Army e batiza este blog, já é uma pancada. Três longos anos depois do disco de estreia, deixa claro logo de prima que o ST mudara de rumo com a entrada de um novo guitarrista, Rocky George.  Um som mais pesado, punk e trash, o início da era crossover.

Mas isso foi em 1987. Após vinte e dois anos, muita coisa mudou. A turma do hardcore/trash atual consegue levar a pauleiragem à níveis nunca imaginados. A regravação apresenta Suicidal Maniac mais agressiva. Reforça o terror da história de uma força sobrenatural maníaca-suicida incontrolável. Destaque para as pedaladas no bumbo-duplo do batera Matt Byrne.

Depois da falação, vamos ao que interessa.

No MySpace do Hatebreed dá pra ouvir Suicidal Maniac com apenas um cliquezinho no playlist.

Quem quiser baixar o disco deles, prega fogo aqui. Recomendadíssimo, claro. Além de ST, tem Sepultura, Slayer, Agnostic Front, Sick of it All, só pop-rock estilo Jota Quest, Creed e Roupa Nova.

Por fim, juntei as duas versões nesse pacotinho aqui, pra rolar uma comparação.

Deixe um comentário

Arquivado em ST for Life