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Big Four

Rapaziada, sei que o blog anda meio devagar — pelo menos, em ritmo mais lento do que nos bons tempos. Mas fiquem firmes, é só uma respirada antes do que vem pela frente. E, garanto, ainda teremos boas surpresas por aqui.

Bem, feito o aviso paroquial, aproveito para tratar de um show que vi no último fim de semana. Baixei na internet  o sensacional “Big Four”, turnê capitaneada pelo Metallica que baixou na Bulgária recentemente. E que, além da turma de James Hetfield, contou com nada menos que Anthrax, Megadeth e Slayer!

Simplesmente, a linha mais quente do querido trash metal — naturalmente, não incluo os Cycos nesse balaio. Quatro shows de pauleiragem só com o que interessa, sets curtos e clássicos.

Destaque, claro, para o nosso querido Slayinho.  Sem desconsiderar os shows dos demais, excelentes também.

Tudo bem, mas vocês devem estar se perguntando… “e aí, o que o ST tem a ver com tudo isso?”. Sendo bem rigoroso, nada, exceto pela presença do grande Rob Trujillo dedilhando o baixo.

Mesmo assim, aproveito o ensejo para recuperar as conexões entre as bandas e o Suicidal. Do Metallica já está dito, dá-lhe Trujillão! Do Anthrax, vale rever a turma de NY mandando “War Inside My Head”, antes mesmo do lançamento do Join the Army. Do Slayer, tem esse belo post. E do Megadeth, bem, deles eu desconheço qualquer relação, só sei que sou fãzaço do Rust in Peace.

Para quem quiser baixar em torrent o Big Four, é só chegar AQUI.

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Mais ST na história…

Seguindo a indicação do Fabian (reforçada pelo Lucas), fui conferir o documentário Get Trashed – A História do Trash Metal, de 2006. E eles têm razão. Ao contrário do que rolou em Botinada (justamente) e American Hardcore (injustamente), o Suicidal recebe o tratamento merecido.

Há um capítulo só para a banda no documentário. Com uma série de depoimentos e muitos elogios, de caras como o baterista do Anthrax  Charlie Benante, o ex-baixista do Megadeth David Ellefson e o vocalista do Hatebreed Jamey Jasta.

Tudo por conta da inestimável (na opinião deles e na minha) contribuição do ST ao trash, mais propriamente, ao crossover, junção do metal com o hardcore. E aí, grande parte dos méritos são concedidos ao Rocky George no filme.

Com toda a justiça. Mas faltou lembrar a influência de Ralph Herrera, com a sua batera com dois bumbos, e Mike Clark, riffeiro de mão cheia na guitarra base.

Quanto ao Suicidal, outro pecado do documentário, como alertou o Fabian, foi a ausência de testemunhais por parte de ex ou atuais integrantes da banda. Os caras conseguiram falar até com os marrentos Dave Mustaine (Megadeth) e Lars Ulrich (Metallica)! Imperdoável!

Pra fechar, publico uma foto absolutamente espetacular mostrada no filme que eu nunca tinha visto. Pra variar, obra do Glen Friedman, jornalista que registrou magistralmente todo o início da banda. Smith, Muir, Mayorga e Estes largados em um supermercado…

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