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Suicidal Boyz

A foto abaixo é um dos melhores registros da fase áurea (na minha opinião) do Suicidal. Não há nenhum integrante da banda no documento, mas reúne boa parte da rapaziada que seguia os Cycos na época.

A foto foi tirada por Chuck Katz e flagra um pré-show da turnê “Welcome to Venice”, em 1985. No meio da turma, estão os integrantes da também clássica banda de Venice Beowulf, Mike Jensen, Dale Henderson, Paul Yamada e Mike Alvarado (que também foi roadie do ST).

Há ainda Sal Troy, integrante do No Mercy, grupo que juntou Mike Muir, Mike Clark e o ilustrador-chefe do ST Ric Clayton.

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Salto para a posteridade

Desta vez, é o brother Clark quem tira uma onda defronte da loja Venice Originals, ladeado por um camarada do Porno for Pyros.

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Quem decifra?

Video enviado pelo camarada Franco. Tentei decifrar mas não consegui. A única coisa mais ou menos evidente é que Mike Clark, vice-presidente do Suicidal, deve ter tomado um querosene amigo.

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Regravações… e aí?

Conforme o Dude sugeriu nos comentários do post anterior, abro aqui o espaço para tratarmos do novo lançamento do Suicidal. Um disco de regravações, com músicas do Join the Army, segundo álbum do ST, e do único disco do No Mercy, grupo que lançou o guitarrista Mike Clark e teve em suas fileiras Sal Troy, Ric Clayton e também Mike Muir.

01. Suicidal Maniac 02. Possessed To Skate 03. The Prisoner 04. I Feel Your Pain…And I Survive 05. Join The ST Army 06. No Name, No Words 07. Born To Be Cyco 08. Come Alive 09. Something Inside Me 10. No Mercy Fool! 11. We’re F’n Evil 12. Crazy But Proud 13. I’m Your Nightmare 14. Widespread Bloodshed…Love Runs Red.

Ouvi  Suicidal Maniac no DVD Live At the Olympic Auditorium e achei bem bacana, naturalmente melhor produzida e com uma pegada, digamos, mais moderna.

Agora, não há como não questionar a real necessidade de se regravar esses clássicos. Precisava? O Suicidal esgotou sua criatividade? Virou uma banda cover de si mesma? Enfim, confesso que não tenho uma opinião definitiva sobre o assunto.

Lembro que Possessed to Skate já teve outra versão registrada, incluída na coletânea Prime Cuts, com um molho a la Infectious Grooves de gosto  um tanto duvidoso. Carecia de uma terceira alternativa?

Com certeza eu vou curtir o disco, mas…

E vocês, o que pensam?

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Decolando ao som de Mike Clark

Esse eu encontrei no fórum do ST: Mike Clark compondo a trilha sonora para o filme “Mind of the Demon – The Larry Linkogle Story”, documentário sobre um motociclista freestyle. A partir dos 3 minutos, o vice-presidente do Suicidal arranha bonito a guita.

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Entrevista – R.J. Herrera

READ THE INTERVIEW IN ENGLISH

Dos ex-integrantes do Suicidal, R.J. Herrera foi o mais complicado de encontrar até agora. E “complicado” é mesmo a melhor definição, afinal, eu sabia onde o ex-baterista estava, mas não conseguia alcanlçá-lo.

Tudo começou quando encontrei a fera no Myspace, na posição de titular  das baquetas do Horny Toad, banda do também ex-Cyco Louichi Mayorga.  Fiz o tradicional contato pela rede e, depois de alguns dias, recebi o email de Herrera.

Porém, veio a decepção. O endereço estava errado e nada de comunicação. Deixei de lado até que resolvi recorrer ao Mayorga diretamente, e através dele soube que o saudoso batera tinha se mandado para Ohio, para um tratamento médico da esposa dele.

Mais uma vez, vi diminuída a esperança de encontrá-lo. Até que, há pouco mais de um mês, investi novamente pelo Myspace. Mensagem vem, mensagem vai, pintou o telefone celular do Herrera na tela.

Ligo? Não ligo? Liguei, basicamente, para descolar um email correto. No fim, acabei batendo um excelente papo com o baterista da fase áurea do ST. Dez minutos de conversa (a conta ainda não chegou!), naquele inglês danado (porém astuto), sobre os dias de hoje e o passado na banda.

Não preciso nem dizer que foi algo surreal para mim: ter do outro lado da linha, num esquema full-contact, um cara que eu sempre admirei apenas por música, clipes e capas de disco.

Senti que lá da América do Norte, Ralph também curtiu. Há quase 20 anos longe do grupo, pareceu bacana para ele ter novamente o reconhecimento da importância que teve para o Suicidal. Ainda mais no caso de um batera, sempre escondido atrás do instrumento.

Aprumada a entrevista, enviadas as perguntas, ele não demorou a responder. Foi bem sucinto, coisa de quem, aparentemente, não é muito habituado à essas paradas de internet, Facebook, Myspace etc.

Apesar disso, nos deu o suficiente para sabermos por onde anda e, principalmente, que tudo está bem. Valeu mesmo, Chicano-Surf-Skate Style!

Onde você nasceu?
Eu nasci em Santa Mônica (EUA). Estou com 46 anos e  me mudei temporariamente para Ohio, até setembro deste ano.

Como começou a tocar bateria?
Comecei a tocar no 4th grade. Eu sempre me liguei no ritmo e na bateria quando ouvia música quando moleque. As primeiras influências foram, provavelmente, os Beatles, e tudo que ouvia no rádio. Também fui influenciado pelos bateristas Buddy Rich e Carl Palmer (Emerson, Lake e Palmer).

Ao lado de Rocky George, cheio de estilo.

Alguma conexão entre o Suicidal e as gangues de Los Angeles?
Nenhuma conexão. Apenas um monte de fãs e seguidores que se vestiam com Pendletons e bandanas.

Qual o seu melhor momento no grupo?
Foram alguns bons momentos. Enquanto fazíamos shows na Flórida com o Janes Adiction descobrimos que o “Lights, Camera… Revolution” fora indicado ao Grammy. Também tocar em LA no Verizon Amphitheatre após termos sido banidos por um bom tempo.

Com o ST nos bons tempos de "Lights, Camera... Revolution".

Qual a sua música favorita do Suicidal?
Não tenho uma única música favorita. Algumas boas partes de bateria: “Trip at the Brain” e “Lost Again”.

Você introduziu o uso do pedal duplo na banda. Isso contribui para encaminhar o Suicidal para o metal?
Sim, eu passei a usar o pedal duplo. Quando viemos com músicas novas isso simplesmente aconteceu. Eu nunca pensei em escrever coisas “metal” ou “punky”. A música é o que é… Suicidal, eu acho.

Pedaleira dupla logo que entrou para o ST, com Louichi Mayorga.

Por que você deixou o grupo?
Eu fui colocado em uma situação onde ficou desconfortável eu continuar trabalhando com o Muir. Além disso, minha mulher estava grávida do nosso primeiro filho. Muir estava em seu “modo ditador” e eu não iria lidar com isso.

O que você fez depois de deixar o grupo?
Depois de deixar o ST eu fiz alguns discos com o Uncle Slam (que contou também com Amery Smith, Louichi Mayorga, Bob Heathcote e Jon Nelson, todos ex-Suicidal), Beowulf e um projeto paralelo com o Mike Clark chamado Bastion.

Primeiro à esquerda, com o Horny Toad de Mayorga.

Tem visto algum dos ex-companheiros de banda?
Apenas vi o Robert (Trujillo) com o Metallica em outubro, falei com o Clark rapidamente próximo do ano novo, Rocky há algum tempo e toquei com o Louichi no Horny Toad quando voltei para casa.

E o Muir?
Não falei com ele nesses quase 20 anos…

Toparia uma turnê reunindo a formação do período de auge da banda?
Uma reunião com os caras nunca aconteceria por algumas razões. Uma vez que Muir tomou as decisões sobre a “sua” banda, ele nunca volta atrás. Rob está muito ocupado com o Metallica. Eu não sei se todo mundo concordaria com isso se essas reazões fossem possíveis.

Com a filha Devon, Rob Trujillo e o filho Jackson (de xadrez).

O que você tem feito ultimamente?
Atualmente tenho tentado cuidar da minha esposa enquanto ela está doente e ser um bom pai para meu filho Jackson (18 anos) e minha filha Devon (13). Eu tenho escrito alguma coisa e espero gravar logo que possível.

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Flashing Pictures – 22

É sempre legal ver um pouco dos bastidores das bandas. Nesse caso, a foto é de um pit stop do Suicidal em algum lugar da América do Norte. Destaque absoluto para o batera Eric Moore, o terror da geladeira, com sua jaca transada. Estão também por ali o camarada Pep Williams, além de Dean Pleasants, Steve Brunner e Mike Muir. Faltou apenas o Mike Clark na pose.

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Brother Clark no Myspace

O Myspace do Suicidal publicou hoje uma entrevista com o “vice-presidente” Mike Clark. Um papo excelente que tratou do futuro do grupo e  recuperou algumas curiosidades do passado.

Selecionei algumas passagens, especialmente sobre os velhos tempos. A íntegra você pode ler AQUI.

Metal Rich- Do you still own that blue Jackson dinky guitar with the skull that you are using in the ‘Waking the Dead’ and ‘You Can’t Bring Me Down’ videos?


Mike Clark- Yeah! Actually it’s a BC Rich Gunslinger and yea I still got it, I love that guitar. It’s in my storage unit, that thing is bad ass. It was like the last era of BC Rich when they were still in El Monte ya know East LA of whatever and Vick Thurf or Vick um I forgot his last name he used to run the place he was a big old kinna like a ex-ese kind of dude but he was cool as hell man and those guys made me that guitar dude and it was one of the most happiest days in my life (laughs) it’s bad ass man and I can tell they put a lot of care into it and I appreciated it big time. I’ve held on to that baby and it’s like my favorite guitar still.

Metal Rich – So it still works?
Mike Clark- It’s a BC Rich man I can pull it out of it’s case right now and actually I am gonna on the next states thing I’m not taking it to Europe because I don’t wanna risk loosing it but the next states thing I’m bringing it back out, start playing it again, it needs to come out and play it’s been sitting around too long, it’s probably getting pissed. (laughs).

Metal Rich- Mike Muir and yourself took part in the Chi Cheng benefit show at the Avalon Theatre in Hollywood. It was a special night because not only did many musicians get together to raise money for Chi Cheng of the Deftones but the night also saw a reunion of a classic Suicidal Tendencies line-up with you, Muir, Rocky George and Robert Trujillo performing ‘War Inside My Head’. How was it sharing the stage again with your former band members after all these years?
Mike Clark- Oh it was great man, I love those guys. You know any chance I get I’d love to do it again. Those guys are like my brothers ya know I was really happy, it was fun, it brought back a lot of memories and it was like ya know, those are my boys so it was good times and then also the tribute for Chi who’s also like a good friend of mine and whom I love very deeply, such a great person man it’s such a sad thing that happen to him ya know. I’d do anything like in a drop of a dime ya know.

Metal Rich- The original version of ‘Institutionalized’ appears in the blockbuster movie Iron Man, what was your reaction when you found out that a Suicidal song was used in a big budget Hollywood film?
Mike Clark- I was very captured about it and I know the reason why because Robert Downey Jr. went to the same high school as Mike and myself for awhile, I know back in the day he was really into the band so I know that was his call so, the guy is still like backing it up. More than it just being in the movie for me it was cooler that he made it happen so, big props to Robert.

Metal Rich- How did John Cusack end up being involved and appearing in the ‘Trip at the Brain’ video?


Mike Clark- Oh, we did a video for ‘Join The Army’ way back in the day and what happened is that video turned into a big old gang fight. Some people I’m not gonna mention and just everything went wrong but John Cusack had a part in that video and then when we did ‘Trip At The Brain’ we transferred his part into that (laughs) so we already had it, his part in the can so to speak but since the ‘Join The Army’ video didn’t work out we used him in ‘Trip At The Brain’. It was a weird kind of trip anyways because there’s so many weird shit going on in the video ya know and then he kind of pops up (laughs). He’s trippin’ trippin’ trip at the brain. There’s John Cusack in Trip at the Brain, what’s up?! (laughs)

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Curtindo o Live At Olympic Auditorium

Uma semana depois do pedido via Amazon — não aguentei esperar a chegada em Curitiba — eis que, ao abrir a porta de casa, me deparo com o pacotinho do correio. Dentro da embalagem, lá estava o DVD que nós, fãs do Suicidal, esperamos o lançamento por quase cinco anos.

Como tudo que é bom, não dá para perder o psicológico e se jogar em cima logo de cara. Então, antes de meter a tesoura, preparei o cenário para a degustação. Assim, de forma controlada, dei aquele upgradezinho na ansiedade.

Tudo em ordem.  Vamos ao que interessa. Primeiramente, destaque para a arte da capa, caprichada e já rodando há algum tempo pela internet. Dentro, um pequeno poster do show, bacana também. Poderia ser maior para acabar na parede, mas, valeu o bônus.

Sobre a apresentação, realizada em 2005, no Olympic Auditorium, não há muito o que falar. ST jogando em casa, para o seu público, não tinha como dar errado. A mesma performance energética de sempre.

Muir liderando, naturalmente. Mike Clark também mandando bem, como vice-presidente do grupo que é. E o trio Brunner-Pleasants-Hidalgo segura firme — aliás, vale chamar a atenção para o batera, que executa as músicas como elas foram feitas, sem firulas.

Do set list, faltaram algumas canções, claro. A ausência mais sentida foi de You Can’t Bring Me Down. Mas eu gostei da escolha, baseada nos sons old school.

No mais, deixo vocês com algumas curiosidades:

* Durante a entrevista de Muir (único extra do DVD), rola uma regravação de Suicidal Maniac, bem ao estilo das feitas para o Prime Cuts. Versão que certamente estará nos próximos lançamentos do ST.

* Se vê muita molecada na plateia, garotos e garotas.

* Antes de Send Me Your Money, Muir fala sobre a venda do local do show para uma igreja coreana. Para então invocar The Church of Suicidal.

* Há uma música nova, chamada Show Some Love… Tear it Down.

* Na introdução de Waking the Dead, o vocalista chama ao palco Ric Clayton, ex-No Mercy como Mike Clark. Infelizmente, o responsável por mandar nas camisetas as muitas caveiras da banda não aparece.

* Por fim, destaco uma frase da entrevista do Muir. Relembrando os velhos tempos, ele cita a frase de um camarada sobre a quantidade de gente que começava a acompanhar os Cycos…

“O pessoal que diz que o Suicidal é uma gangue está totalmente errado. Agora é um exército”.

Abaixo, alguns caps que fiz:

Muir em entrevista incluída no extra do DVD.

O ST no palco, com uma galera acompanhando o show atrás do grupo.

Em Pledge Your Allegiance, a já tradicional invasão ao palco.

E para fechar, um aperitivo disponibilizado no You Tube:

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Monsters of Rock – São Paulo – 1994

Graças ao Bruno agora temos acesso ao show histórico do Suicidal na primeira edição do festival Monsters of Rock, em 1994, em São Paulo, a primeira vez em que os Cycos pisaram o solo brasileiro — eles voltariam em 1997 e 2008.

Mike Clark e Rocky George em ação no Pacaembu.

A banda tinha acabado de lançar o Suicidal For Life e já não contava com Ralph Herrera na bateria. Dividiu o palco com os brasileiros Dr. Sin, Raimundos, Angra e Viper; mais os gringos Black Sabbath, Kiss e Slayer.

Robert Trujillo e Mike Muir no Monsters of Rock de São Paulo.

Nada melhor do que alguém que esteve lá no gramado do Pacaembu para nos contar como foi. Sócio do blog e ex-baterista da lendária banda curitibana Pinheads, Dude Munhoz dá o recado:

“Nessa época, show de banda oriunda do punk/hardcore dos Estados Unidos era extremamente raro, assim, este show do ST foi muito bem vindo. Era a turnê do Suicidal For Life. Muir, Rocky, Clark, Trujillo e Jimmy DeGrasso. Set list enxuto. Clássicos mais umas duas ou três do disco novo .

Muir insano, cheio de energia, um front man perfeito para as dimensões do grande palco. Rocky, black man in black, solando sem piedade, uma mão esquerda que se destacava, e muito, dentro de um festival de metaleiros. Clark, boné e bandana azul, mão direita veloz incitando um dos mosh pits mais violentos que o Brasil já teve. Trujillo, contra baixo perfeitamente encaixado na engrenagem cyco, cinco cordas dedilhadas por 10 dedos frenéticos. Jimmy DeGrasso, extremamente virtuoso, preciso, som de bateria perfeito após 30 minutos de soundcheck.

O público fã de ST era composto, basicamente, por jovens na faixa entre os 16 e 26 anos. Skatistas, trashers, hardcoreanos e punks. Diria que apenas uns 15% do público total do Monster foi lá pra ver Suicidal. Eu era um desses.

Me acabei no mosh pit do show dos Cycos. Apenas assisti meio de longe o Slayer. Os demais shows serviram para estocar energia ou para recuperar o fôlego. Afinal, eu estava lá para assistir uma das minhas bandas prediletas. Uma das poucas dos anos 70/80 ainda na ativa, naquela castigada primeira metade da década de 90.

Por uma série de razões, tinha gostado muito do Suicidal For Life (um disco no qual as quatro primeiras músicas tinham a palavra “fuck” no título!). Foi importante assistir essa formação clássica do ST.

Um dia antes do show eu tinha visto o Fugazi no 92 Graus. Saí da apresentação deles direto para o ônibus que deixaria Curitiba rumo à São Paulo.

Fugazi era a mais emblemática resistência politicamente correta do hardcore americano. Suicidal Tendencies era a ovelha mais desgarrada deste mesmo hardcore. Essa diversidade foi saudável para moldar a personalidade musical daquela nossa geração.

Estar inserido no mainstream, ou ser 100% independente, não são características excludentes para, a apresentação do Suicidal e a do Fugazi, entrarem juntas no seleto rol dos shows inesquecíveis deste que vos escreve…

And remember: cool is only 3 letters away from fool”.

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DOWNLOAD DO SHOW

PARTE 1

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11

PARTE 2

1 2 3 4 5 6 7 8 9

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SET LIST

Suicyco Muthafucka
War Inside My Head
Lost Again
Send Me Your Money
Join the Army
Fucked Up Just Right
I Saw Your Mommy
Lovely
Possessed to Skate
How Will I Laugh Tomorrow
Pledge Your Allegiance

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