Arquivo da tag: Suicidal

Flashing Pictures – 22

É sempre legal ver um pouco dos bastidores das bandas. Nesse caso, a foto é de um pit stop do Suicidal em algum lugar da América do Norte. Destaque absoluto para o batera Eric Moore, o terror da geladeira, com sua jaca transada. Estão também por ali o camarada Pep Williams, além de Dean Pleasants, Steve Brunner e Mike Muir. Faltou apenas o Mike Clark na pose.

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Trujillo na área!

Enquanto o ST não volta ao solo brasileiro — e na esperança que um dia isso aconteça com a formação “anos 90” –, vamos curtindo a passagem do grande Robert Trujillo pelo país na turnê do Metallica. Já rolou show em Porto Alegre, ontem teve o primeiro em São Paulo e hoje à noite acontece o último no Brasil, também em Sampa.

Trujillo em Porto Alegra, na última quinta-feira.

É engraçado ver o Trujillo consolidado, definitivamente, em uma banda de metal. Afinal, o cara sempre mostrou ser um baixista de muito suingue, condição explorada abertamente só no Infectious Grooves. Falando nisso, certamente ele exerceu forte influência sobre Mike Muir para levá-lo por outro caminho que não o do ST.

O ex-ST em São Paulo, no sábado. À frente, James Hetfield.

No Suicidal, a fera Roberto Agustin Miguel Santiago Samuel Trujillo Veracruz adicionou pouco dessa pegada groove. Mais claramente, rolaram somente uns slaps em uns solinhos rápidos em Send Me Your Money, do Lights Camera, na regravação de I Saw Your Mommy para o Still Cyco, creio que ficou por aí.

Depois de participar do Lights, do The Art of Rebellion e do Suicidal For Life, além do Still Cyco, Trujillo tomou seu rumo após a dissolução dos Cycos na segunda metade dos anos 90. E acabou entrando na onda mega do Metallica em 2003.

Abaixo o video da audição e contratação dele pela banda, parte do documentário Some Kind of Monster. Detalhe para quando o batera Lars solta essa: “Para mostrar que nós estamos levando a sério, te oferecemos 1 milhão de dólares”.

Boa proposta, não?

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100 posts!

* with english version below.

Comecei o blog há pouco mais de cinco meses. Sem nenhuma pretensão, exceto pela disposição de não deixar o extenso material (fotos, principalmente) que coletei sobre o Suicidal praticamente morto em uma pasta do computador.

De lá para cá, já foram 100 posts publicados! O centésimo foi o logo abaixo, uma entrevista com o fotógrafo, skatista e camarada do ST Pep Williams.

Alguns posts me trouxeram imensa satisfação. Especialmente, as entrevistas com os ex-integrantes Louichi Mayorga, Amery Smith, Rick Battson e Jon Nelson — sem contar a do Mike Clark, membro ainda na ativa.

Da mesma maneira, foi muito legal conectar a galera que é fã do grupo. Juntar Cycos da Suécia, Portugal, França, Rússia, além dos brasileiros e americanos.

É isso aí… espero que esse seja apenas o primeiro marco e que muita coisa boa esteja por vir!

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It’s beem 5 months since I’ve stated this blog. Back then, I didn’t have any objectives, I only desired to share all the Suicidal stuff I’ve been collecting in these years hidden in some computer folder.

Since then, it’s been 100 posts published! The post #100 is the one with the interview I made with Pep Williams, photographer, skater and ST bro.

Some posts has made me really happy and satisfied for doing this, specially the interviews with the former members of ST Louichi Mayorga, Amery Smith, Rick Battson e Jon Nelson –without mentioning the interview with Mike Clark, who’s still a ST member.

In the same way, it was really nice to conect with so many ST fans, gathering Cycos from Sweden, Portugal, France, Russia, beside brazilians and americans.

There you go… I hope this mark is only the first of so many stuff coming around!

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Catalyst, 14 nov

Já me perguntaram qual o motivo para eu praticamente não publicar material recente do ST (notícias, entrevistas, vídeos etc). Primeiramente, é bom deixar claro que continuo gostando da banda em seus dias atuais. Mas prefiro fuçar no que não está disponível, não foi bem explicado, ninguém deu muita atenção. É por aí…

Feito o esclarecimento,  vou então contrariar a “regra”. Videos de um show recentíssimo do Suicidal, realizado no último sábado, dia 14, no clube Catalyst, em Santa Cruz, California. Dica do camarada Marcelo Gomes.

Ainda não tinha visto o batera Erico Moore em ação. O cara é um monstro mesmo, além de uma figuraça. Paradão na banqueta, Moore mexe os braços como um polvo. Destaque para ele saindo de trás da bandeira (sensacional) com a caveira da capa de Come Alive ao entrar no palco.

Posto aqui dois vídeos. No primeiro, a abetura tradicional, com You Can’t Bring Me Down.  E o segundo, da minha música preferida, Subliminal. Tempo mais do que suficiente para reparar como o ST está mais vivo do que nunca.

Quem quiser conferir mais dessa apresentação do ST fresquinha, basta seguir os links abaixo:

Ain’t Gonna Take It

War Inside My Head

Send Me Your Money

Come Alive

Possessed To Skate

Feel Like Shit… Deja Vu

Cyco Vision

I Saw Your Mommy

BÔNUS

Indicado nos comentários pelo xará André Fiscina, segue um link para baixar um show do ST na Espanha, também de 2009, puxado do blog DarkBattM14’s Videos.

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Cycettes – 6

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Jon Nelson na área – de novo

Nos comentários da entrevista que deu para este blog, Jon Nelson pintou novamente para divulgar seu novo som com a banda Nasty Habits. Trata-se da música Devil’s Playground, programada para pintar na área com o álbum Skinned Alive.

Nelson deixou o link que eu publico abaixo, no Youtube…

Particularmente, curti o som. Nenhuma relação com o Suicidal, além, é claro, do guitarrista canhoto fã de Jimi Hendrix. Um “hard-rokão” sujo, para o delírio das cabeleiras. Vale ouvir.

Olympic Auditorium '83

Nelson em show no Olympic Auditorium, nos tempos de ST

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Cycettes – 5

Encontrei essas fotos pela internet. O nome da garota é Emily Marilyn e ela curte roupas de latex. Mas não só isso. É grande fã também do ST. E ao jutar as duas paixões, deu no que vocês conferem logo abaixo…

Suffice to say, I like SxTx, a lot. VEX made me this number to flaunt at their Vegas gig!

Emily Marilyn by VEX. It's the parting of the sea when I step into a Suicidal Tendencies concert

Representn'! This is the infamous night to go down in psychobilly history! This was at the Klingonz gig!

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Entrevista – Jon Nelson

Jon Nelson teve passagem curta pelo Suicidal. Assumiu a guitarra do grupo, por pouco tempo, entre 1983 e 84. Mesmo assim, construiu uma imagem muito forte entre os Cycos.

Boa parte desse fenômeno, pode ser creditada às lentes de Glen Friedman. O jornalista foi uma espécie de manager do ST nos “early years” e fez fotos fantásticas do então quarteto.

A principal delas, logo abaixo, parece resumir todo o universo da banda em seu início. Registro tantas vezes citado por aqui, mostra o ex-guitarrista em primeiro plano, ao lado de Mike Muir, Louichi Mayorga e Amery Smith. Tempos em que o ST buscava o seu espaço, partia para estrada e, principalmente, forjava uma identidade.

Nelson, em primeiro plano, Mike, Mayorga e Amery. Foto clássica de Glen Friedman

Nelson, Muir, Mayorga e Smith. Foto clássica de Glen Friedman

Como já contei pra vocês, nesta entrevista eu não precisei correr atrás – diferentemente do que rolou com Mayorga, Smith, Battson e Clark, os outros Cycos enquadrados.

Um dia desses, Nelson pintou pelo blog, após ter recebido a indicação de  um amigo. Naturalmente, aparição que foi motivo de grande alegria e orgulho para mim.

Logo o chamei por email e ele topou prontamente o papo. As respostas vocês conferem abaixo, em tradução livre do amigo da casa Renato Puppi. Mais de 25 anos depois, um  apanhado bacana sobre a época de Suicidal, os melhores e piores momentos com a banda e os dias atuais.

Como a maioria dos Cycos, você é local de Venice?
Sim. Nasci em Santa Monica, mas eu matava aula e ia para Venice sempre e conhecia todo mundo lá. Cresci em Culver City, que fica a uns 20 minutos de Venice e depois numa região perto de Hollywood, outro lugar em que eu circulei muito enquanto crescia. Conheço muita gente em Venice.

Yes. I was born in Santa Monica (right next to Venice). I used to ditch school and go to Venice beach all the time, growing up near by in Culver City, California. I grew up close to Hollywood also, so that’s another place I hung out a lot while growing up. I know pretty much everybody in Venice.

Você entrou para o Suicidal de que maneira?
Eu fui empresário e produtor de uma banda chamada Neighborhood Watch, que eram os “irmãos caçulas” do Suicidal Tendencies. Eles abriam shows do Suicidal, rolava um pogo violento e eu julgava o quanto uma banda era boa pela maldade do pogo durante os shows. Os do Suicidal eram sempre os mais violentos, daí eu convenci os caras que eles precisavam de um segundo guitarrista. Assim eu comecei a tocar guitarra base, mas antes da primeira turnê da época o Grant (Estes) saiu da banda e eu tive que aprender a fazer os solos dele.

I maneged & produced a band called Neighborhood Watch, who were like little brothers to Suicidal Tendencies. They openned for Suicidal once, and I liked the slam pit they had. I used to judge how good a band was by how mean their pit was. Suicidals’ pit was the roughest, so I told them they needed another guitar player. I was originally just going to play rhythm guitar, but at the time of the tour, Grant quit, and I learned all his solos.

Nelson nos tempos de Neigborhood Watch

Pouco antes de entrar para o Suicidal

O ST sempre foi associado às gangues de Venice. Em algum momento rolou uma relação direta?
Na última vez que eu abri a boca sobre isso o bicho pegou. Só posso falar da minha parte. Membros da minha família, do lado da minha mãe, tinham conexões com as gangues por vários anos, logo, eu sabia como a coisa funcionava quando tinha que lidar com esse assunto. Eu perdi um tio assassinado, atropelado 3 vezes seguidas.

The last time I openned my mouth about that, things got ugly. I can only speak for myself, really. Some my family on my mom’s side was connected to gangs over the years, so I knew how things worked, when it came to things like that. I lost an uncle who was murdered. Run over three times.

Qual o melhor momento que você viveu com a banda?
Alguns dos melhores momentos que eu tive com a banda passaram rápido. Eu lembro de um dia de folga durante uma turnê no Kansas em que a gente tocou numa festa numa casa. Outra vez a gente deu uma entrevista para a MTV pendurados de ponta cabeça. Maneiro. Eu tentava falar normalmente, enquanto eu sentia o sangue todo fluindo para a minha cabeça.

Some of the best moments I lived with the band went by very quickly. I remember us having a day off during a tour in Kansas and we played a house party. Another time I gave an interview to MTV hanging upside down. That was cool. I was talking normal, while blood was rushing straight to my head.

Descansando o esqueleto em turnê com a banda

Descansando o esqueleto em turnê

E o pior?
Quando eu falei demais quando devia ter ficado quieto, isso causou problemas para a banda e eles ficaram magoados comigo.

Probably when I openned my mouth when I should’ve kept it shut. It did some damage to the band. They were very upset with me.

A pergunta é meio desnecessária, mas… o fato de você tocar muitas vezes com os dentes é uma influência de Jimi Hendrix?
Sim, eu aprendi a tocar com os dentes com o Hendrix. Muita gente não acredita que ele tocava as cordas com os dentes, mas é verdade. Para falar a verdade, o Mike Clark toca com os dentes melhor que eu.

Yes. I learned to play with my teeth from Hendrix. Many don’t believe he actually plucked the strings with his teeth, but he did. Mike Clark plays with his teeth better than I do, actually.

Musicalmente, Hendrix influenciou de alguma forma o seu som no Suicidal?
Ainda bem que você perguntou especificamente sobre musica, porque eu peguei também várias outras influencias ruins do Hendrix. Muitas mulheres e drogas no decorrer dos anos. Você pode achar que foram só os solos, mas o Jimi Hendrix foi um dos melhores guitarristas base da historia. Ele sabia como deixar o som com muito mais “groove”.  Foi assim que eu escrevi “You got, I want”, que saiu no “Join the army”. Eu também escrevi “Human guineapig” e “Look up” que saíram na coletânea Welcome to Venice.

I’m glad you specified “In music”, because I picked up a lot of bad habits from Hendrix, as well. Many women & drugs over the years. You might think it was just in the solos, but Jimi Hendrix was probably one of the best rhythm guitarists that ever lived. He knew when to cool down and fall into a bitchen groove. That’s how I wrote “You got, I want”, that wound up on “Join the army”. I also wrote “Human guineapig” and “Look up” on the first Welcome to Venice compilation.

Degustando a guita ao lado de Mayorga e Smith, escondido na batera

Degustando a guita como o ídolo Hendrix, ao lado de Mayorga e Smith, escondido na batera

Por que você deixou a banda?
Eu queria contar as minhas próprias músicas, acabei tocando com os Red Hot Chili Peppers por um tempo curto, eu era bem amigo do Flea na época que ele tocava no Fear. Os Chili Peppers eram o projeto paralelo dele, alem disso ele tocava com varias outras bandas que estavam em LA na época (Circle jerks, P.I.L., Mick Jagger, etc.). Com isso eu aprendi o que precisava sobre como as coisas funcionam nesse meio e comecei uma “mega bandinha” chamada Screaming Fetus com o Amery Smith, Mike Clark e John Flitcraft (do Nieghborhood Watch). Glen Friedman conseguiu um contrato com a Profile records e mudou o nome da banda para The Brood.

I wanted to sing my own songs. I wound up playing with the Chili Peppers for a little while. I was good friends with Flea when he played in Fear. The Peppers was his side project while sitting in with everybody in town (Fear, Circle jerks, P.I.L., Mick Jagger, etc.). I had learned what I needed to know about the business, and started a little super group called Screaming Fetus with Amery Smith, Mike Clark, and John Flitcraft (from Nieghborhood Watch). Glen Friedman got me a record deal with Profile records and he changed the name to The Brood.

É verdade que você trocou os direitos autorais sobre War Inside My Head por uma guitarra Flying V?
Sim. Pouca gente sabia disso. Eram os meus direitos autorais de tudo que eu escrevi para o Suicidal. Eu pedi um pouco de dinheiro, só para formalizar e deixar a coisa mais legítima, não era nada demais. Acho que eles se espantaram, mas o Mike Muir sabia que eu queria aquela guitarra de volta, eu tinha vendido para ele durante uma turnê. Era um protótipo feito para o Eddie VanHalen por um amigo meu. O Eddie não quis. Eu fiquei com ela por alguns anos, parecia de mármore. Muito maneira.

Yes. Not too many people know about that. It was all copyrights to everything I wrote for the band. I asked for a little bit of money, just to make it legitimate, which was no problem. I think they were surprised, but Mike Muir knew I wanted my guitar back that I had sold him while we were on the road. It was a prototype made for Eddie VanHalen by a friend of mine. Eddie didn’t want it, tho. I had that thing for years. It looked like marble. Pretty cool.

Com Muir, em North Hollywood

Com Muir, em North Hollywood

Em uma entrevista sua no Youtube, você não comenta nada sobre o ST. Alguma mágoa com esse tempo?
Não, problema nenhum. Nós gravamos a entrevista uma tomada só e o Tony (Verley) esqueceu de me perguntar sobre o Suicidal e os Chili Peppers. Não tenho nenhum sentimento ruim dessa época.

No. No problem. We did it in one take, and Tony forgot to ask me about Suicidal and the Chili Peppers. I have no bad thoughts about the band at all, really.

Atualmente, você mantém algum relacionamento com o Muir ou outros membros e ex-membros do grupo?
Mike Clark e o Louie Mayorga são bons amigos meus. Eu acabei sacaneando com outros caras com quem eu queria me redimir no passar dos anos. Não são situações que não tem volta. Eu encontrei o Mike Muir no House of Blues (casa de shows em LA) ha um ano e pouco atrás.

Mike Clark & Louie Mayorga are good friends of mine. I did screw other people over along the years that I’d like to make it up to some day. I never burn bridges. I saw Mike Muir at The House of Blues a year or so ago.

Foto recente: Nelson sempre no rock

Foto recente: sempre no rock

O que você faz atualmente?
Por vários anos eu fiquei afastado da música vivendo uma vida normal, não eu não sirvo muito bem para isso. Hoje tenho 46 anos e música e doidera são as coisas que eu faço melhor, voltei à ativa em 2004. Em 2006 formei o NASTY HABITS, que lançou um disco agora no meu próprio selo, Deeder Deets Records. Eu tenho um canal no Youtube/DeederDeets onde eu despejo material regularmente. No Unforgiven4 também tem musicas e fotos do NASTY HABITS.

For many years I left music and lived an ordinary life, but I’m not very good at it. Today I am 46 yrs old. Music and craziness is what I’m best at, so I got back into it in 2004. NASTY HABITS is the band I started in 2006. Our album is out now on my own label, Deeder Deets Records. I have a Youtube/DeederDeets channel that I dump footage into regularly. Unforgiven4 is where the music and pictures are for NASTY HABITS.

Em ação com a banda nova

Em ação com a banda nova

Você comentou sobre um projeto de filme sobra e sua vida. Como será isso?
Atualmente estou escrevendo um filme sobre a minha vida com o pseudônimo de Josh Nigels, um guitarrista que tocou no Homocideal Tennis-shoes e os  The Flaming Habaneros, parodiando Suicidal Tendencies e Chilli Peppers. Tem também um produtor queria fazer um reality show comigo ano passado, ia se chamar “Que fim levou Jon Nelson?”, ainda pode ser que dê certo. Nesse tipo de negocio, muita coisa precisa estar certa para que algo aconteça. Por isso é que eu faço muita coisa sozinho. Estudei produção, business e marketing musical na UCLA quando terminei o highschool. Uns anos depois, quando eu toquei com o Suicidal, dei a idéia para o Mike (Muir) e o Louie (Mayorga) para que eles começassem gravadoras próprias e eles acabaram fazendo isso.

I am currently writing a movie about my life with a ficticious name, Josh Nigels who played guitar for Homocideal Tennis-shoes and The Flaming Habaneros. A producer wanted to do a reality show about me last year called, “What ever happened to Jon Nelson?” that still might happen. Many things need to be in place before they happen in this business, tho. That’s why I do so much myself. I studied record production, music business and marketing at UCLA when I dropped out of highschool. A few years later when I played in Suicidal, I gave Mike & Louie the idea to start their own record labels, which they eventually did.

BÔNUS TRACK
Duas entrevistas recentes de Jon Nelson. Confiram!

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Lights… Camera… ST! – 5 (replay)

Um replay do post, agora com um comentário do batera Amery Smith sobre o video…

“That might have been the first time that song was ever played live ? It is a pretty bad version, mistakes and all. There is a better version of that song somewhere with that line up playing, and it must be from 1984 also, it is from a MTV show called the Cutting Edge and they filmed at a soundcheck at the Grand Olympic Auditorium in Los Angeles with a couple cameras I think ?  I have not seen it since 1984 or so so I have no idea where or how to obtain it but would like to see it”.

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Dica do camarada João Paulo Valente, diretamente de Portugal: ST tocando War Inside My head em 1984, três anos antes deste clássico ser incluído no álbum Join the Army. Simplesmente sensacional!

Como vocês podem perceber, trata-se do mesmo show do vídeo de I Saw Your Mommy publicado por aqui há um tempo. Ou seja, alguém deve ter essa apresentação inteira (ou boa parte dela), e já demorou para disponibilizar na internet!

Chance raríssima de ver Amery Smith, Jon Nelson e Louichi Mayorga em ação — sem contar o Muir, claro. E, ainda, curtir o clássico em versão ligeiramente diferente da consagrada.

O riff matador – responsável, geralmente, pela roda de pogo mais insana nos shows do grupo – está lá, em estado bruto, com sua pegada meio metal.  Mas a letra tem alterações consideráveis.

Como também já pintou por aqui, War Inside My Head guarda uma curiosidade. Foi composta por Muir e Nelson que, ao deixar o Suicidal, trocou os seus direitos autorais por uma Flying V.

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Cyco Tattoos – 4

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