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Retrospectiva Suicidal Maniac

Meus camaradas…

Vamos chegando ao final de 2010, ano em que o blog esteve na ativa durante todo o período. Assim, como é de costume nessa época, publico aqui uma retrospectiva, com o que considero os melhores posts de cada mês.

Aproveito também para deixar os votos de muitas felicidades para toda a rapaziada que frequenta o blog. Feliz 2012!

Janeiro
Tretas no Sofá de Casa

Fevereiro
Curtindo o Live At Olympic Auditorium

Março
Rocky George na Guitar World

Abril
Entrevista – R.J. Herrera
Entrevista – R.J. Herrera (bonus track)

Maio
Qual seu disco preferido?
Flashing Pictures – 23

Junho
Conexão ST-Dogtown

Julho
Mais um dia pra lembrar

Agosto
Flashing Pictures – 25

Setembro
Nada.

Outubro
Sexta, 10 de setembro
Sábado, 11 de setembro – parte 1
Sábado, 11 de setembro – parte 2

Novembro
Terça, 14 de setembro – final
Flashing Pictures – 27
ST Tour – Streets of Venice

Dezembro
ST Tour – Possessed to Skate

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Arquivado em ST for Life

Curtindo o Live At Olympic Auditorium

Uma semana depois do pedido via Amazon — não aguentei esperar a chegada em Curitiba — eis que, ao abrir a porta de casa, me deparo com o pacotinho do correio. Dentro da embalagem, lá estava o DVD que nós, fãs do Suicidal, esperamos o lançamento por quase cinco anos.

Como tudo que é bom, não dá para perder o psicológico e se jogar em cima logo de cara. Então, antes de meter a tesoura, preparei o cenário para a degustação. Assim, de forma controlada, dei aquele upgradezinho na ansiedade.

Tudo em ordem.  Vamos ao que interessa. Primeiramente, destaque para a arte da capa, caprichada e já rodando há algum tempo pela internet. Dentro, um pequeno poster do show, bacana também. Poderia ser maior para acabar na parede, mas, valeu o bônus.

Sobre a apresentação, realizada em 2005, no Olympic Auditorium, não há muito o que falar. ST jogando em casa, para o seu público, não tinha como dar errado. A mesma performance energética de sempre.

Muir liderando, naturalmente. Mike Clark também mandando bem, como vice-presidente do grupo que é. E o trio Brunner-Pleasants-Hidalgo segura firme — aliás, vale chamar a atenção para o batera, que executa as músicas como elas foram feitas, sem firulas.

Do set list, faltaram algumas canções, claro. A ausência mais sentida foi de You Can’t Bring Me Down. Mas eu gostei da escolha, baseada nos sons old school.

No mais, deixo vocês com algumas curiosidades:

* Durante a entrevista de Muir (único extra do DVD), rola uma regravação de Suicidal Maniac, bem ao estilo das feitas para o Prime Cuts. Versão que certamente estará nos próximos lançamentos do ST.

* Se vê muita molecada na plateia, garotos e garotas.

* Antes de Send Me Your Money, Muir fala sobre a venda do local do show para uma igreja coreana. Para então invocar The Church of Suicidal.

* Há uma música nova, chamada Show Some Love… Tear it Down.

* Na introdução de Waking the Dead, o vocalista chama ao palco Ric Clayton, ex-No Mercy como Mike Clark. Infelizmente, o responsável por mandar nas camisetas as muitas caveiras da banda não aparece.

* Por fim, destaco uma frase da entrevista do Muir. Relembrando os velhos tempos, ele cita a frase de um camarada sobre a quantidade de gente que começava a acompanhar os Cycos…

“O pessoal que diz que o Suicidal é uma gangue está totalmente errado. Agora é um exército”.

Abaixo, alguns caps que fiz:

Muir em entrevista incluída no extra do DVD.

O ST no palco, com uma galera acompanhando o show atrás do grupo.

Em Pledge Your Allegiance, a já tradicional invasão ao palco.

E para fechar, um aperitivo disponibilizado no You Tube:

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He’s back… the suicidal maniac!

Depois dos Cavalera, volto com outra turma revelando o seu apreço pelo ST. E mais do que em bonés, bandanas ou camisetas, a rapaziada do Hatebreed registrou em disco a admiração pelos Cycos. Lançado este ano, o álbum de covers For the Lions contém Suicidal Maniac.

Jamey Jasta, vocalista do Hatebreed

Jamey Jasta, vocalista do Hatebreed, envergando um belíssimo moleta do ST

A gravação original, faixa que abre o Join the Army e batiza este blog, já é uma pancada. Três longos anos depois do disco de estreia, deixa claro logo de prima que o ST mudara de rumo com a entrada de um novo guitarrista, Rocky George.  Um som mais pesado, punk e trash, o início da era crossover.

Mas isso foi em 1987. Após vinte e dois anos, muita coisa mudou. A turma do hardcore/trash atual consegue levar a pauleiragem à níveis nunca imaginados. A regravação apresenta Suicidal Maniac mais agressiva. Reforça o terror da história de uma força sobrenatural maníaca-suicida incontrolável. Destaque para as pedaladas no bumbo-duplo do batera Matt Byrne.

Depois da falação, vamos ao que interessa.

No MySpace do Hatebreed dá pra ouvir Suicidal Maniac com apenas um cliquezinho no playlist.

Quem quiser baixar o disco deles, prega fogo aqui. Recomendadíssimo, claro. Além de ST, tem Sepultura, Slayer, Agnostic Front, Sick of it All, só pop-rock estilo Jota Quest, Creed e Roupa Nova.

Por fim, juntei as duas versões nesse pacotinho aqui, pra rolar uma comparação.

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