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Destruindo tudo com os Cycos

Já tinha tratado aqui da adoração da rapaziada do Hatebreed pelo Suicidal. Circulando pelo YouTube encontrei mais uma peça em que a turma da pauleiragem aparece ostentando uns moletons do ST. Coisa fina.

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Nove razões porque o ST comanda!

Esse texto é do site da revista inglesa Metal Hammer, devidamente traduzido e ilustrado para o blog.

Sem o Suicidal Tendencies, não haveria…
Biohazard, Hatebreed, Municipal Waste, Faith No More, Sick Of It All, Pennywise, Living Colour…

O clipe de ‘Institutionalized’
Com a participação da MILF (sigla para ‘Mother I’d Like do Fuck’, ou seja, uma coroa bonitona) mais gostosa de todos os tempos, uma fuga épica, um sósia do Ray Charles, uma versão enfurecida do Barney, o Dinossauro e muito skate. Isso aí!

Eles tornaram o skate cool
Sim, o skate já foi cool e o ST foi um dos responsáveis por isso. Nós ainda estamos aguardando a invenção do Hoverboard (aquele skate flutuante do filme ‘De volta para o futuro’) para a nova ascensão do skate.

I Saw Your Mommy
A definitiva música-para-cantar-junto. Se você não a conhece, arranje uma vergonha na cara.

Mike Muir tem o cacife para usar uma bandana
Apenas poucos caras podem vestir um adereço na cabeça e não parecer que está indo passar o feriado em Bridlington (uma cidade litorânea meio afetada do sul da Inglaterra). E o Mike Muir é um desses poucos caras.

Rob Trujillo
O baixista super herói iniciou sua vida musical no Suicidal Tendencies antes mesmo de se juntar à banda de Ozzy e hoje em dia, ao Metallica.

Invasão ao palco do festival Download
A última vez que a banda tocou no Download (festival de rock que acontece todo ano na Inglaterra, e é tido como o sucessor do lendário Monsters of Rock) foi em 2007, quando rolou uma invasão infernal no palco. Pensando melhor, nós acharíamos melhor chamar segurança extra da próxima vez.

R-E-S-P-E-I-T-O
Quantas bandas você pode citar que podem ser incluídas no mundo do hardcore, punk e do metal? Você tem um minuto para pensar. Não são muitas, não é?

O blusão de Hockey (hockey jersey)
Hoje em dia virou um uniforme nos shows de metal no mundo inteiro, mas quem começou com a história do blusão de hockey foi o Mike Muir. O cara já tem mais de 40 anos e ainda parece mais cool que qualquer um de nós. Droga.

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Mais ST na história…

Seguindo a indicação do Fabian (reforçada pelo Lucas), fui conferir o documentário Get Trashed – A História do Trash Metal, de 2006. E eles têm razão. Ao contrário do que rolou em Botinada (justamente) e American Hardcore (injustamente), o Suicidal recebe o tratamento merecido.

Há um capítulo só para a banda no documentário. Com uma série de depoimentos e muitos elogios, de caras como o baterista do Anthrax  Charlie Benante, o ex-baixista do Megadeth David Ellefson e o vocalista do Hatebreed Jamey Jasta.

Tudo por conta da inestimável (na opinião deles e na minha) contribuição do ST ao trash, mais propriamente, ao crossover, junção do metal com o hardcore. E aí, grande parte dos méritos são concedidos ao Rocky George no filme.

Com toda a justiça. Mas faltou lembrar a influência de Ralph Herrera, com a sua batera com dois bumbos, e Mike Clark, riffeiro de mão cheia na guitarra base.

Quanto ao Suicidal, outro pecado do documentário, como alertou o Fabian, foi a ausência de testemunhais por parte de ex ou atuais integrantes da banda. Os caras conseguiram falar até com os marrentos Dave Mustaine (Megadeth) e Lars Ulrich (Metallica)! Imperdoável!

Pra fechar, publico uma foto absolutamente espetacular mostrada no filme que eu nunca tinha visto. Pra variar, obra do Glen Friedman, jornalista que registrou magistralmente todo o início da banda. Smith, Muir, Mayorga e Estes largados em um supermercado…

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He’s back… the suicidal maniac!

Depois dos Cavalera, volto com outra turma revelando o seu apreço pelo ST. E mais do que em bonés, bandanas ou camisetas, a rapaziada do Hatebreed registrou em disco a admiração pelos Cycos. Lançado este ano, o álbum de covers For the Lions contém Suicidal Maniac.

Jamey Jasta, vocalista do Hatebreed

Jamey Jasta, vocalista do Hatebreed, envergando um belíssimo moleta do ST

A gravação original, faixa que abre o Join the Army e batiza este blog, já é uma pancada. Três longos anos depois do disco de estreia, deixa claro logo de prima que o ST mudara de rumo com a entrada de um novo guitarrista, Rocky George.  Um som mais pesado, punk e trash, o início da era crossover.

Mas isso foi em 1987. Após vinte e dois anos, muita coisa mudou. A turma do hardcore/trash atual consegue levar a pauleiragem à níveis nunca imaginados. A regravação apresenta Suicidal Maniac mais agressiva. Reforça o terror da história de uma força sobrenatural maníaca-suicida incontrolável. Destaque para as pedaladas no bumbo-duplo do batera Matt Byrne.

Depois da falação, vamos ao que interessa.

No MySpace do Hatebreed dá pra ouvir Suicidal Maniac com apenas um cliquezinho no playlist.

Quem quiser baixar o disco deles, prega fogo aqui. Recomendadíssimo, claro. Além de ST, tem Sepultura, Slayer, Agnostic Front, Sick of it All, só pop-rock estilo Jota Quest, Creed e Roupa Nova.

Por fim, juntei as duas versões nesse pacotinho aqui, pra rolar uma comparação.

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